A SIC emitiu ontem uma reportagem sobre as obras do campo de golfe do Jamor, que podem ver aqui (minuto 50:40):
http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/Jornal+da+Noite/2011/1/edicao-27-01-2011-2parte-cortes-nos-salarios-da-funcao-publica-protestos-das-escolas-particulares-ac.htm
Naturalmente, esta reportagem é da total responsabilidade dos jornalistas e não nossa, que nos limitámos a responder às perguntas que nos foram feitas, seleccionando depois os jornalistas as partes que consideraram relevantes.
De toda a reportagem, ressaltaríamos dois momentos: aquele em que o Presidente do Federação Portuguesa de Golfe (FPG) afirma que não está preocupado com o risco de cheia "porque nunca ninguém morreu afogado num campo de golfe" e aquele em que o operador de câmara capta o voo duma belíssima ave de rapina, um dos elementos do casal de bútios que caça nos terrenos onde pretendem implantar o campo de golfe.
A afirmação do Presidente da FPG significa simplesmente que ele só se rala com o que possa acontecer aos golfistas, mas que está pouco preocupado com o que possa acontecer aos moradores das zonas baixas da Cruz Quebrada-Dafundo, os que sofrem realmente com o agravamento do risco de cheias causado pela construção do campo de golfe.
Já quanto à ave de rapina, ilustra, sem mais comentários, a afirmação do Presidente do IDP de que se trata de terrenos sem nenhum valor ecológico.
Para quê mais palavras?
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