segunda-feira, 21 de março de 2011

Sentença sobre a Providência Cautelar - Campo de Golfe


No passado dia 9, fomos notificados da sentença sobre a providência cautelar relativa ao campo de golfe, interposta em 2009.

Muito haveria a dizer sobre esta sentença, mas preferimos pôr antes o seu texto integral à vossa disposição, que podem consultar aqui:

http://www.ligaamigosdojamor.iflexi.com/#/documentacao

Naturalmente, estamos a preparar o recurso desta decisão, bem como a correspondente acção principal, uma vez que não nos conformamos com a situação!

2 comentários:

  1. Estive a ler os diversos documentos que têm no site em especial o que descreve as Recentes Intervenções. Fico com a ideia que vocês são contra qualquer milímetro de intervenção por muita qualidade que esta traga. Tudo tem defeitos. Depois deste processo todo que tenho acompanhado já não sei o que pense acerca deste campo. Dei-vos razão ao inicio mas sinceramente, olhando o estado actual daquele vale, por favor tenham dó! Esfreguem os olhos! Aquela será a realidade caso este projecto não avance quer queiram quer não. Estou a ver que o que vocês querem é um espaço sem vida e ao abandono. Por exemplo tanto defenderam os terrenos que estavam em hasta publica (e com razão) mas porque é que não dão um saltinho à Parcela A3 (segundo o documento no vosso site) e vêm as actividades "desportivas" que lá acontecem dentro dos muitos carros que por lá andam a toda a hora!? É isto que querem do Estádio Nacional?

    Cumprimentos, espero que repensem as vossas ambições e boa sorte nesta missão de tornar o Jamor um local ainda melhor!

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  2. Bom dia,
    Se ficou com a impressão de que somos contra todas as intervenções, a verdade é que não é essa a nossa postura. Somos a favor de todas as intervenções que melhorem o espaço, tendo em conta as pessoas que o utilizam e as condicionantes ambientais, que afinal também foram feitas a pensar em nós e nas gerações que ainda hão-de nascer.
    Quanto ao estacionamento de Caxias, uma boa parte do problema deve-se ao abandono do espaço, que tememos que seja propositado. Nada como deixar as coisas degradarem-se o mais possível para depois justificar a venda de bens públicos a particulares, não acha?
    Seja como for, o que lá se passa é da conta da polícia; se esta se demite, isso já é outra discussão...

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